sábado, 28 de fevereiro de 2015

#‎LutoSpock‬


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Uma Filha para o Diabo


To the Devil a Daughter (1976) Inglaterra/Alemanha Ocidental

O duelo entre um escritor de livros sobre ciências ocultas e o demônio, com quem a filha de um casal de amigos fez um pacto. A chave do mistério está nos códigos de Astharot, o livro satânico.


Terror produzido pela especialista Hammer, não exibido nos cinemas brasileiros. Teve realização tumultuada, com atores negando-se a interpretar algumas cenas e indecisão dos autores quanto ao desfecho da história. Em Londres, o nervoso Henry Beddows (Elliot) pede ao escritor americano de ciências ocultas, John Verney (Widmark) para tomar custódia de sua filha Catherine, interpretada por Nastassja Kinski, aos 17 anos, estreando no cinema. Motivo: A moça, proveniente da Baviera, está para completar 18 anos e corre o risco de ser sacrificada por uma seita satânica, As Filhas do Senhor, fundada pelo padre Michael Rayner (Lee). Embora duvidando disso, Verney hospeda Catherine em sua casa, chamando sua agente Anne Fountain (Blackman) e seu amante David (Valentine) para ajudá-lo a protegê-la. Enquanto isso, padre Michael chega a Londres e estabelece contato telepático com Catherine a fim de fazê-la possuída pelo Diabo. Verney recorre ao bispo (Francis) que excomungou o padre Michael há vinte anos, mas é tarde demais


Elenco:
Richard Widmark … John Verney
Christopher Lee … Father Michael
Honor Blackman … Anna
Denholm Elliott … Henry Beddows
Michael Goodliffe … George de Grass
Nastassja Kinski … Catherine
Eva Maria Meineke … Eveline de Grass
Anthony Valentine … David
Derek Francis … Bishop
Izabella Telezynska … Margaret
Constantine Gregory … Kollde
Anna Bentinck … Isabel
Irene Prador … German Matron
Brian Wilde … Black Room Attendant
Petra Peters … irmã Helle
William Ridoutt … Airport Porter
Howard Goorney … Critic
Frances de la Tour … Salvation Army Major
Zoe Hendry … 1st. Girl
Lindy Benson … 2nd. Girl
Jo Peters … 3rd. Girl
Bobby Sparrow … 4th. Girl
Ed Devereaux … Reporter
Bill Horsley … Curator
Peter Sykes … Man at airport



Download;

Tempo de Duração: 92 min
Formato: .AVI
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 700 Mb







Uma Filha para o Diabo é o canto do cisne da Hammer, antes de fechar as portas. O prego no caixão daquele que foi o mais importante estúdio de terror durante o final das décadas de 50 e 60, reinventando os monstros da Universal e trazendo sangue, sexualidade e cores para o gênero, e que desde o começo dos anos 70, vinha mostrando perda de força e principalmente de público, em grande parte por se ater a uma narrativa gótica com seus vampiros e criaturas sobrenaturais, que a audiência não queria mais ver nos cinemas.

Tanto que Uma Filha para o Diabo é uma tardia tentativa da Hammer de se equiparar ao crescente anseio dos fãs de terror pelo satanismo, muito impulsionado primeiramente por O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski, de 1968, e depois pelo sucesso estrondoso de O Exorcista, de William Friedkin, lançado no ano anterior. Reflexo do final da Era de Aquarius e aquele sentimento desgostoso na boca dos americanos com o fim da geração “paz e amor” e o crescimento do pessimismo pós-guerra do Vietnã, que tentou ser aproveitado pelo estúdio assim como outras modinhas de época, que deram miseravelmente errado (como os filmes de kung-fu no inenarrável A Lenda dos Sete Vampiros, ou de espionagem em Ritos Satânicos de Drácula).
Porém, como tudo que envolvia A Casa do Horror em seus últimos anos, o filme foi cercado de problemas, insatisfação de atores, escolhas de castingde última hora e até revolta do escritor Dennis Wheatley, que escreveu o livro em que o filme se baseia. Após ver o resultado final, o sujeito simplesmente proibiu que qualquer outro livro dele fosse levado às telas pela Hammer, por considerar o filme obsceno e muito longe de sua fonte literária. E olha que quase dez anos antes, a Hammer lançaria talvez seu melhor filme, As Bodas de Satã, também baseado em um livro do autor.
Estão olhando o quê?
Estão olhando o quê?
Entre a penca de problemas envoltos na produção, a Hammer e a EMI, co-produtora do filme, tiveram percalços financeiros e atritos para conseguir chegar a um consenso e selecionar tanto o responsável pela direção do longa, que ficou a cargo de Peter Sykes e para o papel de John Verner (Richard Widmark). A contratação de Windmark fez com que outros atores fossem dispensados, pois seu cachê era muito alto para o orçamento que tinham em mãos, e com isso os atores Michael Goodlife e Anthony Valentine foram escalados de última hora. Junte isso também a polêmica envolvendo duas cenas de nudez, uma de Christopher Lee, feita pelo seu habitual dublê de corpo, e outra o nu frontal da ninfeta Nastassja Kinski, que tinha só 17 aninhos na época. Tudo corria para ser um desastre.
O filme até que tem uma temática interessante e se sustenta por grande parte dos seus 95 minutos, principalmente por conta da caralhada de heresias e blasfêmias colocadas em cena, algo que a audiência clamava desde que Regan McNeil, sob influência de Pazuzu, mandou o moralismo dos filmes de horror às favas, e a magnânima atuação do sempre ótimo Christopher Lee como Michael Rayner, um padre excomungado que resolve se tornar adorador de Astaroth, e de Natassja Kinski como a freirinha Catherine Beddows, que apesar da bata, foi criada desde pequena para ser uma serva do mal e transpira malícia e sensualidade.
O que dá muito errado é exatamente a nêmese do padre Michael, o escritor inglês de livros sobre ocultismo, Verner, que não é um adversário a altura do eterno Drácula, os efeitos especiais bisonhos (como o pequeno bebê demônio, que mais provoca riso que espanto), o roteiro desconexo, as situações atabalhoadas, principalmente do controle mental que o padre Michael tem sobre a jovem Catherine, a direção frouxa de Sykes e o final abrupto e que deixa muito a dever. É um filme ambíguo que tinha tudo para dar certo, e tenho certeza que se fosse lançado na fase áurea da Hammer (vide o próprio fodástico As Bodas de Satã) seria um filmaço.
Círculo de proteção
A trama é que o padre Michael ao abandonar a Igreja há vinte anos, tornou-se um seguidor do chifrudo e começou uma nova ordem satânica no interioria da Bavária, na Alemanha. Os Beddows fizeram um pacto e ofereceram sua filha recém-nascida, Catherine, para que quando florescesse os seus 18 anos, na noite de Todos os Santos, seria usada como receptáculo para trazer o Coisa-Ruim à terra e dominar o mundo. Porém, arrependido, o pai da moçoila, Henry Beddows (Denholm Elliot) resolve voltar atrás e pede ajuda de Verney para manter a menina em segurança e frustrar os planos do padre Michael, com a ajuda de sua agente literária e seu amante. O embate entre dois entendedores das artes ocultas se dará até seu final, mas em uma dinâmica que não chega nem aos pés de Duc de Richeleau (Lee, bonzinho) contra o terrível satanista Mocata (Charles Gray) em As Bodas de Satã. Você vê que não paro de comparar as duas produções, tamanho o abismo entre elas.
Uma curiosidade é que aquele final tosco e do nada não é o final original deUma Filha para o DiaboALERTA DE SPOILER. Pule para o próximo parágrafo ou leia por sua conta e risco. No roteiro original, o padre Rayner se recupera da pedrada que leva (sim, o vilão do filme é detido com uma pedrada!!!) e persegue Verner que acabara de salvar Catherine e levá-la carregada para fora do local onde está para acontecer a missa negra. Ele então é atingido por um relâmpago quando ele cruza o círculo de sangue protetor que fez no chão. Seria “menos pior”.
Vale a pena dar uma conferida em Uma Filha para o Diabo, obviamente. A Hammer não atingiu sua redenção, e teve que encerrar suas atividades, sendo revivida como o próprio Drácula só depois de quarenta anos. Mas apesar da gema em mãos, que foi literalmente jogada fora por um conjunto de fatores internos e externos, poderia ser muito pior. Imagine se o último filme do estúdio tivesse sido o anterior e sofrível A Lenda dos Sete Vampiros? Ainda bem que este aqui foi lançado pelo menos com certo esforço para tentar, pela última vez, fazer dar certo.
Fonte; (101 horror movies)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A Múmia Azteca **Relançamento Exclusivo**

La Momia Azteca (1957) México

A versão mexicana mais famosa para um dos monstros clássicos é formada por uma trilogia, da qual La Momia Azteca é somente o primeiro capítulo. Seguindo uma linha bastante diferente do que era feito na época, este "classic trash" não se preocupa nem um pouco em jogar a múmia rapidamente dentro da história. Durante a maior parte do filme, quem manda em cena é um cientista obstinado (Ramón Gay) que deseja provar sua teoria sobre hipnose e vidas passadas. Sua namorada (Rosa Arenas) se oferece para participar da sua experiência, trazendo à tona recordações de um templo azteca onde um guerreiro foi punido e mumificado. Enxergar a múmia satisfatoriamente dentro do breu das catacumbas é praticamente impossível. O elenco em si faz um bom trabalho para uma obra desta estirpe, que infelizmente sofre com os vícios mais comuns dos filmes de monstro medianos (a ausência de lógica espacial e o final apressado são os aspectos mais notórios neste caso). A trilha sonora é boa e constrói um bom clima, e o personagem medroso é relativamente engraçado.



Duração: 80 min.
Gênero: Terror
Diretor: Rafael Portillo (La Maldición de la Momia Azteca, La Momia Azteca contra el Robot Humano)
Trilha Sonora: Antonio Díaz Conde
Elenco: Ramón Gay, Rosa Arenas, Jorge Mondragón, Crox Alvarado, Luis Aceves Castañeda, Arturo Martínez, Emma Roldán, Julián de Meriche, Salvador Lozano, Jaime González Quiñones, Ángel Di Stefani, Jesús Murcielago Velázquez, Enrique Yáñez, Guillermo Hernández

Fonte do Texto; Blog TV a Lenha


Formato: Avi
Áudio: Espanhol Legendas: Português/BR (Embutidas)
Duração: 80 min.
Tamanho: 687 MB
Dividido em 07 partes
Up-Load; Mike “Brainiac”
Legenda Tradução: Arthur Coelho

Download Mega;

Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

**Relançamentos: A Múmia Azteca & A Maldição da Múmia Azteca**

EM BREVE
Relançaremos aqui a versão mexicana mais famosa para um dos monstros clássicos é formada por uma trilogia, da qual La Momia Azteca é somente o primeiro capítulo, seguido pela La maldición de la Momia Azteca e finalizada com La Momia Azteca contra el Robot Humano, este terceiro lançado no nosso blog parceiro Cine Space Monster e pode já ser baixado no link http://cinespacemonster.blogspot.com.br/2014/12/la-momia-azteca-contra-el-robot-humano.html


sábado, 31 de janeiro de 2015

O Caçador de Bruxas

Witchfinder General (1968) Inglaterra

A produção, de 1968, é baseada no poema The Conqueror Worm, de Edgar Alln Poe, e no livro Witchfinder General, de Ronald Bassett. Foi o terceiro e último filme do diretor Michael Reeves, que morreu aos 25 anos. Na história, o fanático religioso Matthew Hopkins (Vincent Price), apelidado de General Caçador de Bruxas, e seu brutal assistente John Stearne (Robert Russell), viajam de cidade em cidade a serviço do bem. O General age como juiz e, em troca de ouro e favores sexuais, obriga as pessoas a confessarem crimes que não cometeram. O nomeado "homem de Deus" mata e tortura inocentes por supostos envolvimentos com bruxaria. O personagem do filme, Matthew Hopkins, foi uma das figuras mais notáveis da Inglaterra do século XVII e entre 1644 e 1646 executou cerca de 230 supostas bruxas. Seus métodos para tirar confissões das vítimas eram cruéis. Um dos testes era o da natação: a mulher tinha mãos e pés amarrados e era arremessada na água. Se flutuasse era considerada culpada, se afundasse, inocente. Isso porque as bruxas tinham renunciado ao batismo e por isso eram rejeitadas pela água. O final de Hopkins é desconhecido mas muitos acreditam que foi executado, sob acusação de praticar bruxaria para conseguir um livro com o nome de todas as bruxas inglesas.


Curiosidades:
O diretor queria que Donald Pleasence (Nosso querido Doutor Loomis, de Halloween-1978) encarnasse Matthew Hopkins, mas a AIP, distribuidora americana e co-financiadora do filme, insistiram em Vincent Price. Michael, de muita má vontade, aceitou.
O compositor da trilha, Paul Ferris, atuou no filme usando o pseudônimo Morris Jar, numa homenagem ao compositor Maurice Jarre. Uma trilha sonora completamente nova foi composta para a edição americana, por Kendall Schmidt.
Robert Russel foi dublado por Bernard Kay.
No primeiro dia de filmagem, Vincent Price caiu do cavalo. O diretor recusou-se a vê-lo, esperando que um raivoso Price ajudasse o ator  a deixar seu personagem mais feroz.

Elenco:
Vincent Price ... Matthew Hopkins
Ian Ogilvy ... Richard Marshall
Rupert Davies ... John Lowes
Hilary Heath ... Sarah Lowes (as Hilary Dwyer)
Robert Russell ... John Stearne
Nicky Henson ... Trooper Robert Swallow
Tony Selby ... Tom Salter
Bernard Kay ... Fisherman
Godfrey James ... Webb
Michael Beint ... Captain Gordon
John Trenaman ... Trooper Harcourt (as John Treneman)
Bill Maxwell ... Trooper Gifford
Paul Ferris ... Paul Clark (as Morris Jar)
Maggie Kimberly ... Elizabeth Clark
Peter Haigh ... Lavenham magistrate 

Dados do Arquivo:
Tamanho: 447 Mb
Formato: RMVB
Qualidade: DVD Rip
Audio: Inglês
Legenda: Português (embutida)

Parte Única

A história de Matthew Hopkins

Matthew Hopkins foi um notável caçador de bruxas inglês do século XVII, apelidado de General Caçador de Bruxas. Suas atividades se desenrolaram durante a Guerra Civil Inglesa. A crueldade impregnada nos atos de Matthew Hopkins gerou várias obras artísticas, tais como livros e filmes.
 Matthew Hopkins nasceu no condado de Suffolk, em ano desconhecido. O mais provável é que tenha nascido em 1620. Seu pai, James Hopkins, era um clérigopuritano. Matthew Hopkins trabalhava como advogado em Manningtree, uma vila próxima a Colchester, onde começou sua carreira de caçador de bruxas, depois de boatos que ouviu sobre mulheres que conversavam com o Diabo.
Matthew se dizia enviado do parlamento inglês em suas caçadas. Para conseguir a confissão de suas vítimas, Matthew e seu sócio John Stearne usavam métodos que convenciam o povo da época. A ausência de dor e sangue, conhecida como Marca do Diabo, era uma prova que Matthew usava em suas descobertas e, aproveitando deste fato, Matthew e John conseguiam, de alguma forma, espetar agulhas em mulheres sem que elas sentissem dor ou sangrassem. O uso de agulhas retráteis é uma hipótese bastante aceita, que já fora utilizada em antigas caçadas a bruxas e também citada no livro Cautio Criminalis.
Calcula-se que Matthew tenha sido o responsável pela morte de aproximadamente 200 mulheres. Matthew Hopkins exigia que seus serviços fossem pagos pelas comunidades onde as descobertas de bruxas ocorriam. Durante este período, Matthew Hopkins foi acusado de fazer parte de uma seita satânica. Seu livro A Descoberta das Bruxas (The Discovery of Witches) foi escrito como uma reação a isto. O livro foi publicado em 1647. Neste ano Matthew também viria a falecer em sua casa, de causas desconhecidas.
Capa do livro publicado por Matthew Hopkins, que instruia os cidadãos a identificar bruxas



Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Matthew_Hopkins

Filme completo e legendado no Youtube

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O Homem mecânico **Relançamento Exclusivo**


Um brilhante cientista inventa um enorme e poderoso Homem Mecânico que funciona por controle remoto, mais este infelizmente vem a cair nas mãos de um terrível criminoso que começa a impor um reinado de terror.

Ficha Técnica

Diretor: André Deed / Fotografía: Alberto Chentrens / Elenco: Giulia Costa, André Deed (Saltarello), Valentina Frascaroli (La aventurera), Mathilde Lambert (Elena D'Ara), Gabriel Moreau (Profesor D'Ara), Ferdinando Vivas-May (Ramberti) / Duracão: 29 min.

Formato: Avi
Áudio: Mudo Legendas: Português/BR (Embutidas)
Duração: 26 min.
Tamanho: 360 MB
Up-Load; Mike “Brainiac”
Legenda Tradução: Mike "Brainiac"
Servidor: Mega


O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_000127160

O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_000315248

"Um reinado de terror é desencadeado pelo Homem Mecânico, que é controlado remotamente por Mado, a grande mente criminosa feminina"!


O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_000932599

O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_000949416

Um curta italiano dirigido por André Deed, onde se tem a segunda aparição de um robô em filme.



O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_001445545

O primeiro robô em filme foi no “The Master Mystery” (1919) de Houdini.

O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_001574474

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Charlie Chan - O detetive chinês

Charlie Chan é um detetive de ficção, de origem sino-americana, criado por Earl Derr Biggers em 1923 para um romance publicado em 1925. Biggers concebeu o personagem como uma alternativa a alguns estereótipos de outros detetives; ao contrário de vilões como Fu Manchu, Chan é o retrato da não-violência. Entretanto, também é mostrado como distinto e assexuado, e enquanto sofre com preconceitos não fala abertamente sobre este assunto.
Mais de uma dúzia de filmes foram realizados com Charlie Chan, começando em 1926. O personagem foi primeiramente retratado por atores asiáticos, e os filmes não fizeram muito sucesso. Em 1931, a Fox Filmes escalou o ator sueco Warner Oland como Charlie Chan e o filme foi um sucesso. Então a Fox Filmes produziu mais 15 filmes com Oland como personagem principal. Após a morte de Oland, o ator escocês-americano Sidney Toler começou a interpretar Chan; Toler fez 22 filmes. Após a morte de Toler, mais seis filmes foram feitos, estrelando Roland Winters. Além destes vários outros filmes falados em espanhol e chinês foram realizados durante as décadas de 1930, 1940 e 1950 e todos levados à China onde o personagem era muito respeitado e popular. Adaptações mais recentes, na década de 1990 não tiveram sucesso.
O personagem também fez parte de programas de rádio, televisão e uma série de quadrinhos (todos nos EUA).
O personagem, entretanto, é controverso, com alguns críticos comentando que ele retrata os asiáticos de uma maneira positiva e outros que é um estereótipo ofensivo. Os que o adoram retratam um personagem inteligente, benevolente e honrado. Outros o criticam como sendo unidimensional, além de afeminado e subserviente aos "brancos", mesmo a série de filmes só fazendo sucesso quando o personagem foi interpretado por atores "brancos".

Filmes
O primeiro filme de Charlie Chan foi "A casa sem chave" (1926), uma série de 10 capítulos produzida pelos estúdios Pathé, estrelada por George Kuwa, um ator japonês, fazendo o papel de Chan. Um ano depois a Universal Pictures filmou "O Papagaio chinês", estrelado por outro ator japonês, Kamiyama Sojin, no papel principal. Em ambas produções, o papel de Charlie Chan foi minimizado. Graças a Chan, mesmo com o papel minimizado, ter sido interpretado por atores asiáticos, as críticas não foram favoráveis.

Warner Oland morreu em 1938, enquanto ainda gravava alguns filmes. A Fox contratou outro ator branco, Sidney Toler para interpretar Chan e produziu mais 11 filmes até 1942. O Chan de Toller tinha menos educação do que o de Oland, uma mudança radical dos livros para os filmes. Ele fica irritado mais facilmente pelo se filho número dois, Jimmy Chan, interpretado por Sen Yung.Em 1929, a Fox Films adquiriu os direitos de Charlie Chan e produziu "Atrás da Cortina", estrelado pelo ator coreano E.L. Park. Novamente, o papel de Chan foi minimizado, com Chan aparecendo somente nos últimos 10 minutos do filme. O sucesso dos filmes de Charlie Chan começou em 1931 quando o ator sueco Warner Oland o interpretou. Oland interpretou um personagem mais gentil do que nos livros, talvez numa tentativa desesperada do estúdio de melhorar o sucesso dos filmes de Chan. Oland estreou em mais 15 filmes pela Fox, sempre com Keye Luke que fazia o papel do filho número um de Chan, Lee Chan. Os filmes de Oland estavam entre os maiores sucessos da Fox desta década, atraindo as maiores plateias, principalmente nas altas classes sociais.
Quando a Fox decidiu não produzir mais filmes de Chan, Sidney Toler adquiriu os direitos de filmagem. e novos filmes foram realizados, com a produção de Philip N. Krasne e James S. Burkett da Monogram Pictures e estes filmes foram tidos como mais cômicos. Toler morreu em 1947 e foi sucedido por Roland Winters, para uma sequencia final de seis filmes.

Adaptações para o espanhol

Três filmes foram feitos entre as décadas de 1930 e 1950. Eran trece (Eram treze) de 1931 é uma versão em espanhol deCharlie Chan Carries On. A Serpenta Vermelha de 1937 e O Monstro na Sombra, de 1955

Adaptações para o chinês

Durante as décadas de 1930 e 1940, cinco filmes foram produzidos em Xangai e Hong Kong

Adaptações modernas

Em 1980, foi lançado o multimilionário Charlie Chan and the Dragon Lady, com Peter Ustinov e Angie Dickinson e foi um fracasso total de bilheteria. Mais sucesso obteve Chan is Missing, de 1982 com Wayne Wang.
Na década de 1970, a Hanna-Barbera produziu uma série de desenhos animado chamada de "As Aventuras de Charlie Chan", que fez bastante sucesso na época. Uma das dubladoras, de uma das filhas de Chan foi Jodie Foster.
Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Charlie_Chan

Download:


Durante a gravação de um filme em Honolulu, uma atriz é assassinada de forma tragicamente misteriosa. Seu envolvimento amoroso com um rico aventureiro e seu passado obscuro como amante de um outro homem seria a explicação para as mortes que se anunciavam. Charlie Chan terá que usar toda a sua astúcia para que o assassino não escape de sua mãos.

Em Londres Paul Gray (Douglas Walton) é condenado à pena de morte pelo crime chamado pela imprensa de "assassinato no estábulo". Sua apelação foi negada, assim ele será enforcado em três dias. A irmã de Paul, Pamela (Drue Leyton), vai com o noivo, Neil Howard (Ray Milland), e Geoffrey Richmond, um grande amigo, falar como o ministro para ele interceder no caso, mas ele diz que nada pode fazer. Entretanto Kemp, o secretário do ministro, fica tão impressionado com a convicção de Pamela, que acredita haver a possibilidade de um erro judiciário, e lhe dá o endereço de Charlie Chan (Warner Oland), que tinha pego um assassino para o governo inglês e em breve voltaria para Honolulu. Pamela chega na casa de Chan bem nervosa, assim quem narra tudo é Neil. O que Chan ouve é o suficiente para fazê-lo cancelar sua viagem, assim ele ruma para a casa de campo onde aconteceu o crime. Porém o tempo é muito curto, pois é necessário provar que outra pessoa cometeu o crime em três dias.

Alan Colby, herdeiro de uma grande fortuna, reaparece depois de uma ausência de sete anos, apenas para ser assassinado antes que ele possa reivindicar sua herança, ingredientes suficientes para mais um caso para Charlie Chan.

Charlie Chan precisa usar toda a sua astúcia para desmascarar a máfia das corridas de cavalos. Assassinatos, corrupção, traição, tudo vale pelo dinheiro fácil. 
Algumas famílias se reunem - e estas reuniões podem ser álibis! Neste Filme Dirigido po Phil Rosen em 1945, Charlie Chan (Sidney Toler) se empenha profundamente para desvendar o comflito, que elvolve uma família inteira, pois qualquer um poderia ser o assassino! "Ajudado" pelo pseudo-intelectual, seu filho número Quatro (Edwin Luke) e seu assustado assistente Birmingham (Mantan Moreland), Charlie investiga o recente assassinato de um brilhante mas muito detestado cientista (Frank Reicher), que inventou um gás que deixa a madeira tão forte quanto o aço. Uma invenção muito importante para a economia mundial. Mas, a investigação se torna algo elementar, quando Charlie segue rastros de cientistas esquisitos, irmãs protetoras, um primo silêncioso e um mordomo com um lábio superior imóvel. 
Agradecimentos a profengjader


Filmografia

Título (original)Estrelado porDirigido porAnoNotas
The House Without a KeyGeorge KuwaSpencer G. Bennet1926Desaparecido
The Chinese ParrotKamayama SojinPaul Leni1927Desaparecido
Behind That CurtainE.L. ParkIrving Cummings1929
Charlie Chan Carries OnWarner OlandHamilton MacFadden1931Desaparecido
Eran Trece (em espanhol)Manuel ArbóDavid Howard1931versão em espanhol de Charlie Chan Carries On
The Black CamelWarner OlandHamilton MacFadden1931
Charlie Chan's ChanceWarner OlandJohn Blystone1932Desaparecido
Charlie Chan's Greatest CaseWarner OlandHamilton MacFadden1933Desaparecido
Charlie Chan's CourageWarner OlandGeorge Hadden and Eugene Forde1934Desaparecido
Charlie Chan in LondonWarner OlandEugene Forde1934
Charlie Chan in ParisWarner OlandLewis Seiler1935
Charlie Chan in EgyptWarner OlandLouis King1935
Charlie Chan in ShanghaiWarner OlandJames Tinling1935
Charlie Chan's SecretWarner OlandGordon Wiles1936
Charlie Chan at the CircusWarner OlandHarry Lachman1936
Charlie Chan at the Race TrackWarner OlandH. Bruce Humberstone1936
Charlie Chan at the OperaWarner OlandH. Bruce Humberstone1936
Charlie Chan at the OlympicsWarner OlandH. Bruce Humberstone1937
Charlie Chan on BroadwayWarner OlandEugene Forde1937
The Disappearing Corpse??1937
La Serpiente Roja (em espanhol)Aníbal de MarErnesto Caparrós1937
Charlie Chan at Monte CarloWarner OlandEugene Forde1937
Charlie Chan in HonoluluSidney TolerH. Bruce Humberstone1938
Charlie Chan in RenoSidney TolerNorman Foster1938
The Pearl Tunic??1938
Charlie Chan at Treasure IslandSidney TolerNorman Foster1939
City in DarknessSidney TolerHerbert I. Leeds1939
The Radio Station Murder??1939
Charlie Chan's Murder CruiseSidney TolerEugene Forde1940
Charlie Chan at the Wax MuseumSidney TolerLynn Shores1940
Charlie Chan in PanamaSidney TolerNorman Foster1940
Murder Over New YorkSidney TolerHarry Lachman1940
Dead Men TellSidney TolerHarry Lachman1941
Charlie Chan in RioSidney TolerHarry Lachman1941
Charlie Chan Smashes an Evil Plot徐莘园 (Xu Xinyuan)徐莘夫 (Xu Xinfu)1941
Castle in the DesertSidney TolerHarry Lachman1942
Charlie Chan in the Secret ServiceSidney TolerPhil Rosen1944
The Chinese CatSidney TolerPhil Rosen1944
Black MagicSidney TolerPhil Rosen1944
The Shanghai CobraSidney TolerPhil Karlson1945
The Red DragonSidney TolerPhil Rosen1945
The Scarlet ClueSidney TolerPhil Rosen1945
The Jade MaskSidney TolerPhil Rosen1945
Dangerous MoneySidney TolerTerry O. Morse1946
Dark AlibiSidney TolerPhil Karlson1946
Shadows Over ChinatownSidney TolerTerry O. Morse1946
The TrapSidney TolerHoward Bretherton1946
The Chinese RingRoland WintersWilliam Beaudine1947
Docks of New OrleansRoland WintersDerwin Abrahams1948
Shanghai ChestRoland WintersWilliam Beaudine1948
The Golden EyeRoland WintersWilliam Beaudine1948
The Feathered SerpentRoland WintersWilliam Beaudine1948
Charlie Chan Matches Wits with the Prince of Darkness徐莘园 (Xu Xinyuan)徐莘夫 (Xu Xinfu)1948
Sky DragonRoland WintersLesley Selander1949
El Monstruo en la Sombra?Zacarias Urquiza1955
Charlie Chan: Happiness is a Warm ClueRoss MartinDaryl Duke1973
Charlie Chan and the Curse of the Dragon QueenPeter UstinovClive Donner1981


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