quinta-feira, 21 de maio de 2015

A Última Esperança da Terra (Dublado)


The Omega Man (1971) EUA

A Última Esperança da Terraé um filme é dirigido por Boris Sagal, baseado no livro I Am Legend, de Richard Matheson de 1954.

O mundo trava uma guerra com armas biológicas e parece próximo da aniquilação. O médico Robert Neville (Charlton Heston), que havia tomado uma vacina experimental, é o único sobrevivente. Pelo menos na forma humana que sempre se conheceu, uma vez que a praga biológica matou a todos mas manteve vivas algumas centenas de pessoas completamente deformadas. Estas creem que a ciência e tecnologia do homem foram responsáveis pela guerra e agora querem punir o único homem que sobrou.

Heston interpreta o papel de forma brilhante, embora não seja nada muito diferente do que já o temos visto fazer nos filmes anteriores do final dos anos 60 e início dos anos 70, como em Planetados Macacos e No Mundo de 2020  é definitivamente Heston no auge da sua carreira.

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Formato: MP4
Áudio: Português/BR
Duração: 1:43
Tamanho: 667 MB
Servidor: Mega


Senha: wurdulaks.blogspot.com.br


O Livro (publicação Nacional)

A Última Esperança da Terra ​​é a segunda adaptação do romance de Matheson, sendo a primeira The Last Man on Earth (1964), estrelado por Vincent PriceA terceira adaptação, foi o péssimo  Eu Sou a Lenda , estrelado por Will Smith ,que foi lançado em 2007.
O filme difere se do livro (e do filme anterior) de várias maneiras.No livro a causa do desaparecimento da humanidade é uma praga que se espalhou por vírus, transformando a humanidade em criaturas vampirescas, enquanto que nesta versão uma guerra biológica é a causa da praga que mata a maioria da população e transforma a maior parte do resto em noturnos albinos-mutantes. 



quarta-feira, 20 de maio de 2015

O FANTASMA DA RUA MORGUE **Relançamento Exclusivo**


Phantom of the Rue Morgue (1954) EUA


Depois que diversas mulheres são assassinadas o inspetor Bonnard aponta diversos suspeitos, mas logo torna-se evidente que é algo bem mais forte e mais mortal do que qualquer homem normal. Baseado em Edgar Allan Poe.

Comentários;
Essa e a segunda versão que o cinema realiza desse famoso conto de Edgar Allan Poe. O primeiro foi "Murders in the Rue Morgue" de 1932 produzido pela Universal com o então grande astro do horror Bela Lugosi. Essa versão e uma produção da Warner que tenta repetir o sucesso do então excelente "House of Wax" de 1953 com Vincent Price, sendo ambos lançados em versões 3D nos cinemas. Infelizmente este não tem a mesma qualidade, mais isso não o torna um filme ruim, mais sim mal dirigido, pois o roteiro tem suas qualidades eu particularmente gostei muito quando o assisti há algum tempo atrás e por isso acho que vale a pena conferir e as atuações de Karl Malden e Claude Dauphin estão impagáveis, considero uma das melhores adaptações de um conto de Poe, antes da era Corman/Poe, recomendo a todos e boa diversão. Nota Pessoal; 6,5

Elenco:
Karl Malden
Dr. Marais
Rico Alaniz
Policial
Patricia Medina
Jeanette
Allyn Ann McLerie
Yvonne
Steve Forrest
Prof. Paul Dupin
Anthony Caruso
Jacques the One-Eyed
Claude Dauphin
Insp. Bonnard
Rolfe Sedan
LeBon
Marie Blake
Marie
Paul Richards
Rene, o atirador de facas
Veola Vonn
Arlette
Dolores Dorn
Camille
Merv Griffin
Georges Brevert
Nan Boardman
Mãe de Camille
Baynes Barron
Gerente do Circo
Richard Avonde
Vendedor
Joan Blair
Inquilina
Ficha Técnica;
Gênero:
Mistério, Terror, Crime
Direção:
Roy Del Ruth
Roteiro:
James R. Webb, Harold Medford
Produção:
Henry Blanke
Música Original:
David Buttolph
Fotografia:
J. Peverell Marley
Edição:
James Moore
Direção de Arte:
Bernard Tuttle
Guarda-Roupa:
Moss Mabry
Maquiagem:
Gordon Bau
Efeitos Sonoros:
Stanley Jones
Download; Formato : AVI
Fonte : TVRip Rip e Up-Load; Mike "Brainiac"
Tamanho: 296 mb
Duração: 84 min.
Servidor : Megaupload
Links :


Legendas Pt-Br embutidas

Os Assassinatos da Rua Morgue

The Murders in the Rue Morgue (Os Assassinatos da Rua Morgue, no Brasil) é um conto escrito por Edgar Allan Poe e que foi publicado pela primeira vez na Graham's Magazine, em abril de 1841.
Conta a história de dois brutais assassinatos de mulheres na Rua Morgue, em Paris, casos que parecem insolúveis até que o detetive C. Auguste Dupin assume o caso e, usando sua estupenda inteligência, desvenda esse grande mistério.
O detetive Dupin é considerado o precursor de Sherlock Holmes. Os métodos de investigação são semelhantes ao do detetive inglês e, as histórias policiais em que aparece, encontram-se no período da gênese da literatura policial internacional.
Apesar dessas qualidades, Dupin é pouco conhecido pois seu criador escreveu apenas três contos com ele (a obra completa de Poe é pequena em razão da sua morte precoce, ao 40 anos, além de mais identificada com contos de terror e suspense, outra criação literária do genial autor estadunidense).
Além de Os Assassinatos da Rua Morgue, Dupin aparece nos seguintes contos:
  • The Mystery of Marie Roget (1842)
  • The Purloined Letter (1844)

Adaptações

Filmes
Os títulos em português se referem aos nomes que tais adaptações receberam no Brasil.
  • O Crime da Rua Morgue (Murders in the Rue Morgue), de 1932 dirigido por Robert Florey e estrelado por Bela Lugosi, Leon Ames, Sidney Fox e Arlene Francis.
  • O Fantasma da Rua Morgue (Phantom of the Rue Morgue), de 1954 dirigido por Roy Del Ruth e estrelado por Karl Malden e Patricia Medina.
  • Assassinatos na Rua Morgue (The Murders in the Rue Morgue), de 1971, dirigido por Gordon Hessler e estrelado por Jason Robards; Christine Kaufmann; Herbert Lom; Adolfo Celi; Michael Dunn; Lilli Palmer. Também já chegou a ser lançado no Brasil (com o selo DIF) sob o título Crimes Hediondos Da Rua Morgue.
  • Os Assassinos da Rua Morgue (The Murders in the Rue Morgue), filme para a televisão de 1986, dirigido por Jeannot Szwarc e estrelado George C. Scott, Rebecca de Mornay, Ian McShane e Val Kilmer.
Música
  • Murders in the Rue Morgue é também uma canção do Iron Maiden, inspirada no conto de Poe, e e que aparece no segundo álbum do grupo, Killers.
  • A música "Little Disfunk You" do grupo sueco de pop-rock The Ark contém a passagem "I'll be the murder on Rue Morgue you're trying to solve" em uma clara alusão ao conto.

Outras Histórias Inspiradas Pelo Conto

  • Os Novos Assassinatos Da Rua Morgue. De Clive Barker.
  • Na mini-série em quadrinhos A Liga Dos Cavalheiros Extraordinários, é sugerido que o Mr. Hyde foi a fera responsável pelos crimes quando ele foi pego na famigerada rua anos depois por Mina Harker e Allan Quartermain.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

#‎LutoSpock‬


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Uma Filha para o Diabo



To the Devil a Daughter (1976) Inglaterra/Alemanha Ocidental


O duelo entre um escritor de livros sobre ciências ocultas e o demônio, com quem a filha de um casal de amigos fez um pacto. A chave do mistério está nos códigos de Astharot, o livro satânico.


Terror produzido pela especialista Hammer, não exibido nos cinemas brasileiros. Teve realização tumultuada, com atores negando-se a interpretar algumas cenas e indecisão dos autores quanto ao desfecho da história. Em Londres, o nervoso Henry Beddows (Elliot) pede ao escritor americano de ciências ocultas, John Verney (Widmark) para tomar custódia de sua filha Catherine, interpretada por Nastassja Kinski, aos 17 anos, estreando no cinema. Motivo: A moça, proveniente da Baviera, está para completar 18 anos e corre o risco de ser sacrificada por uma seita satânica, As Filhas do Senhor, fundada pelo padre Michael Rayner (Lee). Embora duvidando disso, Verney hospeda Catherine em sua casa, chamando sua agente Anne Fountain (Blackman) e seu amante David (Valentine) para ajudá-lo a protegê-la. Enquanto isso, padre Michael chega a Londres e estabelece contato telepático com Catherine a fim de fazê-la possuída pelo Diabo. Verney recorre ao bispo (Francis) que excomungou o padre Michael há vinte anos, mas é tarde demais


Elenco:
Richard Widmark … John Verney
Christopher Lee … Father Michael
Honor Blackman … Anna
Denholm Elliott … Henry Beddows
Michael Goodliffe … George de Grass
Nastassja Kinski … Catherine
Eva Maria Meineke … Eveline de Grass
Anthony Valentine … David
Derek Francis … Bishop
Izabella Telezynska … Margaret
Constantine Gregory … Kollde
Anna Bentinck … Isabel
Irene Prador … German Matron
Brian Wilde … Black Room Attendant
Petra Peters … irmã Helle
William Ridoutt … Airport Porter
Howard Goorney … Critic
Frances de la Tour … Salvation Army Major
Zoe Hendry … 1st. Girl
Lindy Benson … 2nd. Girl
Jo Peters … 3rd. Girl
Bobby Sparrow … 4th. Girl
Ed Devereaux … Reporter
Bill Horsley … Curator
Peter Sykes … Man at airport



Download;

Tempo de Duração: 92 min
Formato: .AVI
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 700 Mb







Uma Filha para o Diabo é o canto do cisne da Hammer, antes de fechar as portas. O prego no caixão daquele que foi o mais importante estúdio de terror durante o final das décadas de 50 e 60, reinventando os monstros da Universal e trazendo sangue, sexualidade e cores para o gênero, e que desde o começo dos anos 70, vinha mostrando perda de força e principalmente de público, em grande parte por se ater a uma narrativa gótica com seus vampiros e criaturas sobrenaturais, que a audiência não queria mais ver nos cinemas.

Tanto que Uma Filha para o Diabo é uma tardia tentativa da Hammer de se equiparar ao crescente anseio dos fãs de terror pelo satanismo, muito impulsionado primeiramente por O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski, de 1968, e depois pelo sucesso estrondoso de O Exorcista, de William Friedkin, lançado no ano anterior. Reflexo do final da Era de Aquarius e aquele sentimento desgostoso na boca dos americanos com o fim da geração “paz e amor” e o crescimento do pessimismo pós-guerra do Vietnã, que tentou ser aproveitado pelo estúdio assim como outras modinhas de época, que deram miseravelmente errado (como os filmes de kung-fu no inenarrável A Lenda dos Sete Vampiros, ou de espionagem em Ritos Satânicos de Drácula).
Porém, como tudo que envolvia A Casa do Horror em seus últimos anos, o filme foi cercado de problemas, insatisfação de atores, escolhas de castingde última hora e até revolta do escritor Dennis Wheatley, que escreveu o livro em que o filme se baseia. Após ver o resultado final, o sujeito simplesmente proibiu que qualquer outro livro dele fosse levado às telas pela Hammer, por considerar o filme obsceno e muito longe de sua fonte literária. E olha que quase dez anos antes, a Hammer lançaria talvez seu melhor filme, As Bodas de Satã, também baseado em um livro do autor.
Estão olhando o quê?
Estão olhando o quê?
Entre a penca de problemas envoltos na produção, a Hammer e a EMI, co-produtora do filme, tiveram percalços financeiros e atritos para conseguir chegar a um consenso e selecionar tanto o responsável pela direção do longa, que ficou a cargo de Peter Sykes e para o papel de John Verner (Richard Widmark). A contratação de Windmark fez com que outros atores fossem dispensados, pois seu cachê era muito alto para o orçamento que tinham em mãos, e com isso os atores Michael Goodlife e Anthony Valentine foram escalados de última hora. Junte isso também a polêmica envolvendo duas cenas de nudez, uma de Christopher Lee, feita pelo seu habitual dublê de corpo, e outra o nu frontal da ninfeta Nastassja Kinski, que tinha só 17 aninhos na época. Tudo corria para ser um desastre.
O filme até que tem uma temática interessante e se sustenta por grande parte dos seus 95 minutos, principalmente por conta da caralhada de heresias e blasfêmias colocadas em cena, algo que a audiência clamava desde que Regan McNeil, sob influência de Pazuzu, mandou o moralismo dos filmes de horror às favas, e a magnânima atuação do sempre ótimo Christopher Lee como Michael Rayner, um padre excomungado que resolve se tornar adorador de Astaroth, e de Natassja Kinski como a freirinha Catherine Beddows, que apesar da bata, foi criada desde pequena para ser uma serva do mal e transpira malícia e sensualidade.
O que dá muito errado é exatamente a nêmese do padre Michael, o escritor inglês de livros sobre ocultismo, Verner, que não é um adversário a altura do eterno Drácula, os efeitos especiais bisonhos (como o pequeno bebê demônio, que mais provoca riso que espanto), o roteiro desconexo, as situações atabalhoadas, principalmente do controle mental que o padre Michael tem sobre a jovem Catherine, a direção frouxa de Sykes e o final abrupto e que deixa muito a dever. É um filme ambíguo que tinha tudo para dar certo, e tenho certeza que se fosse lançado na fase áurea da Hammer (vide o próprio fodástico As Bodas de Satã) seria um filmaço.

Círculo de proteção
A trama é que o padre Michael ao abandonar a Igreja há vinte anos, tornou-se um seguidor do chifrudo e começou uma nova ordem satânica no interioria da Bavária, na Alemanha. Os Beddows fizeram um pacto e ofereceram sua filha recém-nascida, Catherine, para que quando florescesse os seus 18 anos, na noite de Todos os Santos, seria usada como receptáculo para trazer o Coisa-Ruim à terra e dominar o mundo. Porém, arrependido, o pai da moçoila, Henry Beddows (Denholm Elliot) resolve voltar atrás e pede ajuda de Verney para manter a menina em segurança e frustrar os planos do padre Michael, com a ajuda de sua agente literária e seu amante. O embate entre dois entendedores das artes ocultas se dará até seu final, mas em uma dinâmica que não chega nem aos pés de Duc de Richeleau (Lee, bonzinho) contra o terrível satanista Mocata (Charles Gray) em As Bodas de Satã. Você vê que não paro de comparar as duas produções, tamanho o abismo entre elas.
Uma curiosidade é que aquele final tosco e do nada não é o final original deUma Filha para o DiaboALERTA DE SPOILER. Pule para o próximo parágrafo ou leia por sua conta e risco. No roteiro original, o padre Rayner se recupera da pedrada que leva (sim, o vilão do filme é detido com uma pedrada!!!) e persegue Verner que acabara de salvar Catherine e levá-la carregada para fora do local onde está para acontecer a missa negra. Ele então é atingido por um relâmpago quando ele cruza o círculo de sangue protetor que fez no chão. Seria “menos pior”.
Vale a pena dar uma conferida em Uma Filha para o Diabo, obviamente. A Hammer não atingiu sua redenção, e teve que encerrar suas atividades, sendo revivida como o próprio Drácula só depois de quarenta anos. Mas apesar da gema em mãos, que foi literalmente jogada fora por um conjunto de fatores internos e externos, poderia ser muito pior. Imagine se o último filme do estúdio tivesse sido o anterior e sofrível A Lenda dos Sete Vampiros? Ainda bem que este aqui foi lançado pelo menos com certo esforço para tentar, pela última vez, fazer dar certo.
Fonte; (101 horror movies)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A Múmia Azteca **Relançamento Exclusivo**

La Momia Azteca (1957) México

A versão mexicana mais famosa para um dos monstros clássicos é formada por uma trilogia, da qual La Momia Azteca é somente o primeiro capítulo. Seguindo uma linha bastante diferente do que era feito na época, este "classic trash" não se preocupa nem um pouco em jogar a múmia rapidamente dentro da história. Durante a maior parte do filme, quem manda em cena é um cientista obstinado (Ramón Gay) que deseja provar sua teoria sobre hipnose e vidas passadas. Sua namorada (Rosa Arenas) se oferece para participar da sua experiência, trazendo à tona recordações de um templo azteca onde um guerreiro foi punido e mumificado. Enxergar a múmia satisfatoriamente dentro do breu das catacumbas é praticamente impossível. O elenco em si faz um bom trabalho para uma obra desta estirpe, que infelizmente sofre com os vícios mais comuns dos filmes de monstro medianos (a ausência de lógica espacial e o final apressado são os aspectos mais notórios neste caso). A trilha sonora é boa e constrói um bom clima, e o personagem medroso é relativamente engraçado.



Duração: 80 min.
Gênero: Terror
Diretor: Rafael Portillo (La Maldición de la Momia Azteca, La Momia Azteca contra el Robot Humano)
Trilha Sonora: Antonio Díaz Conde
Elenco: Ramón Gay, Rosa Arenas, Jorge Mondragón, Crox Alvarado, Luis Aceves Castañeda, Arturo Martínez, Emma Roldán, Julián de Meriche, Salvador Lozano, Jaime González Quiñones, Ángel Di Stefani, Jesús Murcielago Velázquez, Enrique Yáñez, Guillermo Hernández

Fonte do Texto; Blog TV a Lenha


Formato: Avi
Áudio: Espanhol Legendas: Português/BR (Embutidas)
Duração: 80 min.
Tamanho: 687 MB
Dividido em 07 partes
Up-Load; Mike “Brainiac”
Legenda Tradução: Arthur Coelho

Download Mega;

Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

**Relançamentos: A Múmia Azteca & A Maldição da Múmia Azteca**

EM BREVE
Relançaremos aqui a versão mexicana mais famosa para um dos monstros clássicos é formada por uma trilogia, da qual La Momia Azteca é somente o primeiro capítulo, seguido pela La maldición de la Momia Azteca e finalizada com La Momia Azteca contra el Robot Humano, este terceiro lançado no nosso blog parceiro Cine Space Monster e pode já ser baixado no link http://cinespacemonster.blogspot.com.br/2014/12/la-momia-azteca-contra-el-robot-humano.html


sábado, 31 de janeiro de 2015

O Caçador de Bruxas

Witchfinder General (1968) Inglaterra

A produção, de 1968, é baseada no poema The Conqueror Worm, de Edgar Alln Poe, e no livro Witchfinder General, de Ronald Bassett. Foi o terceiro e último filme do diretor Michael Reeves, que morreu aos 25 anos. Na história, o fanático religioso Matthew Hopkins (Vincent Price), apelidado de General Caçador de Bruxas, e seu brutal assistente John Stearne (Robert Russell), viajam de cidade em cidade a serviço do bem. O General age como juiz e, em troca de ouro e favores sexuais, obriga as pessoas a confessarem crimes que não cometeram. O nomeado "homem de Deus" mata e tortura inocentes por supostos envolvimentos com bruxaria. O personagem do filme, Matthew Hopkins, foi uma das figuras mais notáveis da Inglaterra do século XVII e entre 1644 e 1646 executou cerca de 230 supostas bruxas. Seus métodos para tirar confissões das vítimas eram cruéis. Um dos testes era o da natação: a mulher tinha mãos e pés amarrados e era arremessada na água. Se flutuasse era considerada culpada, se afundasse, inocente. Isso porque as bruxas tinham renunciado ao batismo e por isso eram rejeitadas pela água. O final de Hopkins é desconhecido mas muitos acreditam que foi executado, sob acusação de praticar bruxaria para conseguir um livro com o nome de todas as bruxas inglesas.


Curiosidades:
O diretor queria que Donald Pleasence (Nosso querido Doutor Loomis, de Halloween-1978) encarnasse Matthew Hopkins, mas a AIP, distribuidora americana e co-financiadora do filme, insistiram em Vincent Price. Michael, de muita má vontade, aceitou.
O compositor da trilha, Paul Ferris, atuou no filme usando o pseudônimo Morris Jar, numa homenagem ao compositor Maurice Jarre. Uma trilha sonora completamente nova foi composta para a edição americana, por Kendall Schmidt.
Robert Russel foi dublado por Bernard Kay.
No primeiro dia de filmagem, Vincent Price caiu do cavalo. O diretor recusou-se a vê-lo, esperando que um raivoso Price ajudasse o ator  a deixar seu personagem mais feroz.

Elenco:
Vincent Price ... Matthew Hopkins
Ian Ogilvy ... Richard Marshall
Rupert Davies ... John Lowes
Hilary Heath ... Sarah Lowes (as Hilary Dwyer)
Robert Russell ... John Stearne
Nicky Henson ... Trooper Robert Swallow
Tony Selby ... Tom Salter
Bernard Kay ... Fisherman
Godfrey James ... Webb
Michael Beint ... Captain Gordon
John Trenaman ... Trooper Harcourt (as John Treneman)
Bill Maxwell ... Trooper Gifford
Paul Ferris ... Paul Clark (as Morris Jar)
Maggie Kimberly ... Elizabeth Clark
Peter Haigh ... Lavenham magistrate 

Dados do Arquivo:
Tamanho: 447 Mb
Formato: RMVB
Qualidade: DVD Rip
Audio: Inglês
Legenda: Português (embutida)

Parte Única

A história de Matthew Hopkins

Matthew Hopkins foi um notável caçador de bruxas inglês do século XVII, apelidado de General Caçador de Bruxas. Suas atividades se desenrolaram durante a Guerra Civil Inglesa. A crueldade impregnada nos atos de Matthew Hopkins gerou várias obras artísticas, tais como livros e filmes.
 Matthew Hopkins nasceu no condado de Suffolk, em ano desconhecido. O mais provável é que tenha nascido em 1620. Seu pai, James Hopkins, era um clérigopuritano. Matthew Hopkins trabalhava como advogado em Manningtree, uma vila próxima a Colchester, onde começou sua carreira de caçador de bruxas, depois de boatos que ouviu sobre mulheres que conversavam com o Diabo.
Matthew se dizia enviado do parlamento inglês em suas caçadas. Para conseguir a confissão de suas vítimas, Matthew e seu sócio John Stearne usavam métodos que convenciam o povo da época. A ausência de dor e sangue, conhecida como Marca do Diabo, era uma prova que Matthew usava em suas descobertas e, aproveitando deste fato, Matthew e John conseguiam, de alguma forma, espetar agulhas em mulheres sem que elas sentissem dor ou sangrassem. O uso de agulhas retráteis é uma hipótese bastante aceita, que já fora utilizada em antigas caçadas a bruxas e também citada no livro Cautio Criminalis.
Calcula-se que Matthew tenha sido o responsável pela morte de aproximadamente 200 mulheres. Matthew Hopkins exigia que seus serviços fossem pagos pelas comunidades onde as descobertas de bruxas ocorriam. Durante este período, Matthew Hopkins foi acusado de fazer parte de uma seita satânica. Seu livro A Descoberta das Bruxas (The Discovery of Witches) foi escrito como uma reação a isto. O livro foi publicado em 1647. Neste ano Matthew também viria a falecer em sua casa, de causas desconhecidas.
Capa do livro publicado por Matthew Hopkins, que instruia os cidadãos a identificar bruxas



Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Matthew_Hopkins

Filme completo e legendado no Youtube

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O Homem mecânico **Relançamento Exclusivo**


Um brilhante cientista inventa um enorme e poderoso Homem Mecânico que funciona por controle remoto, mais este infelizmente vem a cair nas mãos de um terrível criminoso que começa a impor um reinado de terror.

Ficha Técnica

Diretor: André Deed / Fotografía: Alberto Chentrens / Elenco: Giulia Costa, André Deed (Saltarello), Valentina Frascaroli (La aventurera), Mathilde Lambert (Elena D'Ara), Gabriel Moreau (Profesor D'Ara), Ferdinando Vivas-May (Ramberti) / Duracão: 29 min.

Formato: Avi
Áudio: Mudo Legendas: Português/BR (Embutidas)
Duração: 26 min.
Tamanho: 360 MB
Up-Load; Mike “Brainiac”
Legenda Tradução: Mike "Brainiac"
Servidor: Mega


O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_000127160

O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_000315248

"Um reinado de terror é desencadeado pelo Homem Mecânico, que é controlado remotamente por Mado, a grande mente criminosa feminina"!


O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_000932599

O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_000949416

Um curta italiano dirigido por André Deed, onde se tem a segunda aparição de um robô em filme.



O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_001445545

O primeiro robô em filme foi no “The Master Mystery” (1919) de Houdini.

O Homem Mecânico('L'uomo meccanico') 1921_wurdulaks.blogspot.com_arc.avi_001574474

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